quarta-feira, 3 de outubro de 2018



– MJOM –
Patrimônio...  Memória...  História...

Anualmente no mês de setembro ocorre  nova edição da “Primavera dos Museus”,  quando o IBRAM lança um tema e inspira eventos propostos por essas instituições culturais.
No período 17 a 23 de setembro, o MJOM acolhendo essa programação desenvolveu  o mote sugerido “Celebrando a Educação em Museus” em acompanhamento a estudantes e visitantes.
Para o IBRAM, os museus merecem ser reconhecidos  como espaços plurais, que propiciam vivências diversas e trocas constantes de conhecimentos e experiências e, nesse sentido, a educação permeia todos os seus cantos. 


Venha saber mais sobre tua história...
De terça à domingo das 9 às 12 h e das 14 às 17 horas.



quarta-feira, 12 de setembro de 2018


MUSEU MUNICIPAL DR. JOSÉ OLAVO MACHADO
– MJOM –
Patrimônio...  Memória...  História...

Patrimônio cultural imaterial ou patrimônio cultural intangível é uma expressão do patrimônio cultural  que abrange procedimentos culturais e as tradições que um grupo de indivíduos preserva a respeito da sua ancestralidade, preservando para as gerações futuras.
São exemplos de patrimônio imaterial: os saberes, os modos de fazer, as formas de expressão, celebrações, as festas e danças populares, lendas, musicas, costumes e outras manifestações.
O mês de setembro é caracterizado por datas que reportam ao patrimônio intangível, seja na demonstração de brasilidade e amor à Pátria nas comemorações de Sete de Setembro, seja na manifestação da historicidade rio-grandense em Vinte de Setembro, oportunidade de consagração ao culto das tradições gaúchas.
O MJOM, em seu acervo guarda para este ciclo de setembro vários artefatos que retratam a patriotismo  e  louvor às tradições do povo gaúcho.
Destacamos hoje, a escultura “Farrapo Missioneiro”, obra de Von Stein, datada de 1985, presente na sala de exposições permanentes - Cultura Gaucha – a qual interliga a história local com os feitos propagados pelo tradicionalismo e história da cultura gaúcha.

Venha saber mais sobre a história local ...
             De terça à domingo das 9 às 12 h e das 14 às 17 horas.


quarta-feira, 22 de agosto de 2018

MUSEU MUNICIPAL DR. JOSÉ OLAVO MACHADO
– MJOM –

- 22 de agosto - DIA DO FOLCLORE -

Foi o folclorista britânico Willian John Thoms, que em 1846  utiliza pela primeira vez o termo FOLCLORE que do inglês  folk significa "povo" e lore, "conhecimento"

             “Folclore é o conjunto das tradições, lendas e crenças de um povo cuja expressão se dá através da cultura, linguagem, artesanato, religiosidade, alimentação e vestuário de uma determinada região ou nação.

             O folclore brasileiro é fruto da união dos aspectos das culturas indígena, africana e européia  construído pelos índios, negros e brancos, tornando o Brasil  dono de um dos folclores mais ricos do mundo

             
O Rio Grande do Sul tem lindas histórias,e várias lendas que designam folclore próprio, dentre as quais O Negrinho do Pastoreio, Boitatá e Salamanca do Jarau e  muitas outras lendas indígenas.

Telas com as lendas missioneiras M’Boiguaçu, Sepé Tiaraju, Erva Mate e a Lenda do Milho, são encontradas no MJOM, obras da artista santo angelense Dirce Pippi.

             O museu o aguarda de terça à domingo das 9 às 12 h e das 14 às 17 horas com muitas histórias pra contar...




quarta-feira, 15 de agosto de 2018

Ainda sobre a 26ª SEMANA Cultural de Santo Ângelo...



MUSEU MUNICIPAL DR. JOSÉ OLAVO MACHADO
– MJOM –


Integrando a 26ª SEMANA Cultural de Santo Ângelo, o MJOM apresenta exposição de trabalhos dos Acadêmicos do Curso de Arquitetura e Urbanismo da URI – Campus Santo Ângelo, cujos desenhos e maquetes procuram ressaltar as diversas técnicas desenvolvidas em local aberto e em sala de aula.



A representação visual ali exposta compõe um conjunto de experiências e conhecimentos que contribuem para a formação do arquiteto e urbanista.



Os trabalhos permanecem na sala do museu para serem visitados até o final do mês de agosto.


         Nesta quinta feira, dia 16, a 26ª Semana Cultural concede espaço para o Patrimônio Material e Imaterial do Gaúcho, tema concernente ao Tradicionalismo no Rio Grande do Sul.


Esta atividade consistirá de uma Roda de Chimarrão com explanação e troca de idéias referentes ao surgimento das manifestações culturais gaúchas, apresentadas pelo convidado, tradicionalista João Cézar Medeiros de Farias, e acontecerá  às 15 horas no auditório do Centro Municipal de Cultura.
Gosta de chimarrão e da história tradicionalista, seja bem-vindo. 


O museu o aguarda de terça à domingo das 9 às 12 h e das 14 às 17 horas com muitas histórias pra contar...



quinta-feira, 26 de julho de 2018


MUSEU MUNICIPAL DR. JOSÉ OLAVO MACHADO





“Consideram-se museus, conforme a Lei nº 11.904, de 14 de janeiro de 2009, as instituições sem fins lucrativos que conservam, investigam, comunicam, interpretam e expõem, para fins de preservação, estudo, pesquisa, educação, contemplação e turismo, conjuntos e coleções de valor histórico, artístico, científico, técnico ou de qualquer outra natureza cultural, abertas ao público, a serviço da sociedade e de seu desenvolvimento.” (IBRAN)

Assim sendo, focamos nesta página este artefato em arenito, remanescente do período Jesuítico-Guarani , da Redução de Santo Ângelo Custódio. Tal artefato foi doado em 3 de julho de 2016 pela senhora Geroni Colla, passando a compor o acervo museológico da instituição.
Segundo a doadora, desde sua tenra idade via este objeto no pátio de sua residência sendo  utilizado como deposito de água, bebedouro,  para os eqüinos de propriedade de seu pai.
Conforme a opinião de arqueólogo em visita a este museu provavelmente seja parte de uma pia batismal usada na época, complementada por uma base com adornos esculpidos em arenito.
Esta relíquia esta exposta no museu municipal aguardando o seu olhar.

quarta-feira, 26 de abril de 2017





 MUSEU MUNICIPAL DR. JOSÉ OLAVO MACHADO

É TEMPO DE FENAMILHO !


A FENAMILHO que realiza sua 18ª edição a partir do próximo dia 29, deve ser contada desde 1952 quando sua realização havia sido projetada para acontecer em várias localidades em caráter nacional.
No ano de 1952 teve lugar na cidade de Ijui, no ano seguinte em Santa Rosa e em 1954, Santo Ângelo abraçou e efetivou esse projeto realizando a feira nomeada hoje como 1ª FENAMILHO.
Tal evento sofreu uma interrupção de 32 anos, voltando a ser efetivado no ano de 1986 representando a retomada do processo desenvolvimentista de Santo Ângelo.
Esta relíquia comemorativa da 3ª Feira Nacional do Milho em âmbito Nacional representa a 1ª FENAMILHO genuinamente santo-angelense e compõe o acervo museológico como destacada imagem da coleção Relíquias da Fenamilho.
Resguardada como ícone de memória e continuidade da identidade histórica da feira agroindustrial e comercial de Santo Ângelo, a Taça comemorativa da 3ª Feira Nacional do Milho estará presente em espaço Cultural da 18ª FENAMILHO INTERNACIONAL e após poderá ser vista na sala de Curiosidades do MJOM.
Horários de visitação no museu: de terça a domingo das 9 às 12 h e das 14 às 17 horas.


quarta-feira, 19 de abril de 2017


MUSEU MUNICIPAL DR. JOSÉ OLAVO MACHADO


          Os lugares de memória nascem do sentimento de que não há memória espontânea. Daí a necessidade de acumular vestígios, testemunhos, documentos sobre o passado, que se tornarão provas e registros daquilo que se foi. Instituições como museus, arquivos e bibliotecas surgem com a finalidade de salvaguardar uma memória que deixou de ser múltipla e coletiva, para se tornar única e sagrada. ( PIERRE NORA, 1993, p. 14).
Na perspectiva desse autor, esses lugares de memória surgem a partir do momento em que a memória se torna o resultado de uma organização voluntária, intencional e seletiva.
Selecionamos para este 19 de abril, Dia do Índio,  a escultura de autoria de Valentin Von Adamovich que compõe este acervo museológico.
 
























Criada pelo autor como a obra “Índio Missioneiro”, foi com o tempo sendo definida pelo senso comum, como Sepé Tiaraju, visitado e admirado pela liderança do então Sepé, que é significativa na história das missões pela sua vivência, seu amor a terra e a sua gente.
Esta obra composta de três blocos de pedra grés, traz retratada em seu braço direito a paralisia parcial sofrida pelo autor em conseqüência de acidente durante a construção da Catedral Angelopolitana.
  Para receber a sua visita o Museu permanece de portas abertas de terça a domingo das 9 as 12 h e das 14 as 17 horas.